Depoimento - RTS - Petra Pavlak

- by Dhin Akari

Aspectos trabalhados: Despertar da consciência (ser mais intuitiva, guiada pela intuição), autoconhecimento, resistência à mudança e outros.


“Eu já tinha até esquecido como era a felicidade plena, e pude perceber essa felicidade durante as sessões com o Din.”
Um amigo me indicou o Din, e eu o procurei para resolver alguns problemas que estavam me atrapalhando em minha vida.
Mas o principal objetivo era tornar-me mais intuitiva, com consciência desperta para que eu pudesse sair dessa Matriz que me encontro e estar presente no momento Agora.
Para minha surpresa, vi nas sessões muitos desafios antes desse despertar, fatos que nem imaginava que me poderia ter causado dano. Sempre que recebia o email de retorno do Din me emocionava pelo fato dele ter se aprofundado em muitos aspectos da minha vida intima.
Um desses casos, era o meu pai, que me abandonou com 1 ano de idade, não imaginava que isso tinha causado nenhum trauma, porque minha mãe me criou tentando fazer o papel de ambos. Mas o fato é que isso me deixou sim alguns probleminhas, que nem imaginava que era por causa do pai. O Din viu logo no começo, que eu tive muito pouco desse amor, e perdi, e por ter perdido, eu tentei preencher com a energia masculinha (tentando ser igual ao meu pai) o que terminou me deixando com algumas personalidades mais masculinas, como ficar buzinando e sem paciência quando alguém me colocava em perigo na estrada, ou não conseguir a me adaptar em situações que requeriam adaptação na rotina diária. O interessante é que durante na semana das sessões, a mulher do meu pai me falou que ira vir me visitar, eles moram a 1000km daqui, e ela quer vir me conhecer e ele  já fazia 12 anos que não o via, interessante isso acontecer bem no meio das sessões...
Outro fato interessante que ele mencionou foi que eu sou muito sonhadora, que vivo em  um mundo ilusório, de fantasia, e realmente eu sou assim, muito sonhadora... muito otimista, vivo o mundo o vendo como um conto de fada... eu fiquei impressionada com a descrição de cada item do Din porque tudo que ele mencionou era Eu... daquele jeitinho. Mas, muito dos problemas estavam trancados dentro de um baú, me fazendo mal, criando um bolo de energia que afetava a saúde e os relacionamentos...

Um dia antes da segunda sessão, o inesperado aconteceu, eu acordei! Eu estava indo para o Yoga,  faço uma pequena viagem, pois são 30km de ida e mais 30km de volta, e no caminho da ida, de repente, eu olhei para o cenário, e realmente vi, vi as arvores, o asfalto, os carros... a arvore balançando, pessoas andando com suas diversas fisionomias... foi tudo tão mágico e intenso, porque realmente eu estava ali,  presente! No Agora!! Quando cheguei em casa e fui deitar, visualizei todo o caminho  que percorri com exatidão, foi muito real e nítido! Senti uma paz  e felicidade que já até tinha esquecido como era. No outro dia fui trabalhar, e uma amiga, que é muito sensível, olhou para mim, com um sorriso muito gostoso, então eu perguntei o que era aquele sorriso, e ela me disse: “Você transmite muita paz, muita coisa boa!” – O Din comentou que as pessoas próximas iriam ver a diferença, mas não achei que seria tão rápido e com tanta intensidade. Foi a sensação mais incrível que tive, a mais esperada!
Hoje, eu sinto mais a presença do Agora, os sonhos estão mais nítidos, e eu consigo me interiorizar bem mais. Eu  me vejo em transição, em uma metamorfose, muitas coisas eu vejo que já mudaram  e outras eu sei que irão mudar, mas que necessitarão de mais tempo e mais compreensão a respeito.
O trabalho do Din, é fenomenal, a percepção que ele tem, é muito boa!!
Petra Pavlak
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Comentário do Terapeuta

Petra tinha uma característica que eu considero bastante comum entre as pessoas que eu chamo de esotéricas (me incluo nesse grupo e me refiro às pessoas espiritualistas, místicas, metacognitivas de uma forma geral) que era de ser sonhadora, super otimista.

Ser sonhador e otimista é algo ótimo, sem sombra de dúvidas. Os sonhos e o otimismo precisam andar juntos para que a pessoa se sinta motivada em sua vida, na busca por metas pessoais. O problema se dá quando esse otimismo todo não é baseado na realidade. Muitas das pessoas esotéricas são muito sonhadoras e tiram os pés do chão nisso. Acabam se transportando para uma realidade muito bonita onde tudo "poderá" dar certo... Ficam vivendo nesse estado de consciência que não lhes permite ver a realidade como ela é.

Eu penso que muito dessa maneira de pensar/sentir a realidade de uma forma sonhadora vem da educação religiosa/espiritualista que muitos de nós receberam na infância ou que adotaram em outro estágio da vida pela doutrinação em meios gnósticos, espíritas, religiosos, pois o que há muitas vezes nesses grupos ideológicos é uma alimentação constante e inconsciente de esperança: "Um dia a humanidade despertará! - Um dia, Jesus voltará! - Vamos sofrer muito agora, mas em vidas futuras seremos melhores! - Não expresse seus desejos inferiores, assim será uma alma iluminada!"...

É claro que essas ideias não são transmitidas da maneira literal que coloquei aqui, mas se você se afastar e observar analiticamente de fora, perceberá que essas ideologias consistem em alimentar esperanças no futuro, criar expectativas de acontecimentos grandiosos, os supostos "saltos quânticos" de consciência... enfim, várias fantasias são criadas e assim se programam as pessoas a serem sonhadoras, felizes e cheias de esperança no futuro. Assim elas não se focam no momento atual, no AGORA de que a Petra Pavlak falou. Não vivem o seu momento atual e não resolvem suas questões emocionais, varrendo-as para debaixo do tapete, lançando-as para o futuro. É assim que a vida da maioria das pessoas passa no "razo", na dedicação às ideologias que ao invés de (re)conectar os sujeitos à sua divindade, os aprisiona em crenças intelectualizadas, filtros sutis de percepção da realidade que são muito difíceis de percebermos sozinhos e de nos livrarmos deles.

Vejamos que quando critico essas características, não quero dizer que Petra as tivesse todas. Petra era sim uma sonhadora otimista e isso a impedia de ver algumas coisas, mas todos nós sempre temos alguns véus diante dos olhos. Petra teve os resultados que teve por que se abriu genuinamente, com sinceridade e confiança para este processo terapêutico. Petra já vinha num processo mais ou menos consciente e mais ou menos voluntário de despertar, de desabrochar.

O que eu fiz como terapeuta foi remover mais véus que estavam diante dos seus olhos e aquilo de melhor que já havia dentro dela simplesmente se mostrou para a própria. Petra está desabrochando, talvez não para fora, mas para dentro de si mesma, enfim.

A metamorfose de Petra continuará, pois a mudança é um processo constante para quem tem a coragem de buscar o autoconhecimento. 

Os resultados que Petra teve não são garantidos a todos os clientes. Cada cliente tem os seus resultados particulares e eles serão maiores ou menores de acordo com as circunstâncias que atravessam cada um.

Uma terapia precisa ser feita sempre com o máximo possível de ENTREGA do paciente/cliente. As informações que as pessoas costumam obter da RTS pelos relatórios não tendem a serem agradáveis, mas o autoconhecimento é muito mais um processo doloroso de desconstrução-reconstrução interior do que uma grande alegria. Eu diria que é uma surpresa, pois não sabemos o que iremos encontrar nessa jornada.

Para todos aqueles que também quiserem experimentar a possibilidade de resolverem seus conflitos com a RTS, eu lhes aguardo no link abaixo:


por Din Akari

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