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Eu Invoco a Supraconsciência! - Parte 1

- by Dhin Akari



Este é o meu depoimento a respeito da iniciação “O Salto Quântico Genético” ministrada por Bruno Guerreiro de Moraes.

Introdução

Em janeiro de 2012, conheci quase que de uma só vez quatro das cinco pessoas que fizeram o SQG junto comigo. Interpretei como uma atuação conjunta de nossas supraconsciências, ou de algo do gênero, direcionando nossos caminhos para a iniciação. Entramos em acordo de formar uma turma e de fazermos “o salto” até o mês de Agosto do mesmo ano.
Fiquei responsável por organizar as instalações dos demais jumpers e do Bruno aqui na minha cidade. O Seminário ocorreu nos dias 25, 26 e 27 de Agosto, precisamente. Mas no dia 24 eu já estava envolvido com os últimos detalhes, e é a partir deste dia que quero começar meu depoimento. :D

Dia 24 – O Dia Anterior Ao Seminário

Conversando virtualmente com o Bruno ficou acertado que juntos daríamos os últimos ajustes na preparação do local. Neste dia, ao meio-dia precisamente fui até o local combinado conhecer então o “enigmático” Bruno Guerreiro de Moraes (risos)!

É claro que com toda a expectativa que criei anteriormente e por não conhecer o Bruno nem por foto, acabei criando a fantasia de que o facilitador do SQG era alguém com aparência madura e que por ser alguém “iluminado” eu sentiria alguma coisa ao me aproximar dele. Talvez sentir sua aura ou coisa do gênero sendo que eu já tinha certo grau de paranormalidade antes da iniciação. Imaginava ele com uma aparência de guru, como essas pessoas muito espiritualizadas que estão por aí cumprindo alguma “missão”.
E quando vi o Bruno adivinhem o que foi que senti?

Nada.

(risos)

Me surpreendi, pois “o cara” é muito jovem e a primeira vista não tem absolutamente nada de “super humano”, nada notável mesmo. Se veste e se comporta como a pessoa “comum” que ele é.
Compramos o coffe-break para os três dias de seminário e logo depois conversamos muito, por horas ininterruptas. Conversamos sobre a metodologia de trabalho e pesquisa do Bruno. Sobre a origem do Salto Quântico Genético (e do motivo que nos impede de falar isso publicamente), sobre paranormais autênticos como “A mulher do Algodão – Ederlazil Munhoz” a qual o próprio Bruno comprovou a sua autenticidade, bem como de vários outros paranormais do Brasil que não são charlatões, mas que têm a sua imagem denegrida por agentes da desinformação como o Padre Quevedo, por exemplo. É bom salientar que eu mesmo era “crente” no tal padre pseudocientista.
Organizamos o local e após 7 horas ininterruptas de conversa, Bruno foi para a sua hospedagem e eu aguardava a chegada dos meus amigos jumpers que vinham de outra região do estado especialmente para o evento. Foi então que parei para analisar tudo o que acontecera nas últimas 7 horas... Desse tempo todo, o Bruno só bebeu líquidos enquanto eu devorava guloseimas na sua frente. Eu fui ao banheiro 3 vezes e ele...nenhuma. Nós caminhamos pela cidade, carregamos compras e o rapaz não demonstrava abatimento algum. Quem fica 7 horas sem ir ao banheiro? Claro que isso não prova nada, não é mesmo? Porém é algo incomum e isso ninguém pode negar.
Eu mesmo, sem a intervenção do Bruno, dei os últimos ajustes na sala onde ocorreram as iniciações e verifiquei a maca onde nós deitávamos. Você vai entender mais a frente o porquê de eu estar falando da maca.
Recebi meus amigos viajantes, conversamos, comemoramos a conquista de enfim realizarmos essa transição. Fui para casa e retornei no dia seguinte, pois às 8 horas da manhã do dia seguinte começaria enfim o seminário iniciático.

Dia 25 – O Primeiro Dia

No sábado pela manhã, por volta das sete horas, estávamos todos reunidos conversando e eles ansiosos pela chegada do iniciador que eles ainda não conheciam. Antes da hora marcada, Bruno chega e se apresenta aos demais.
O seminário começa. Nele vários temas são tratados como a função das religiões, espiritualismos, ordens secretas (ou discretas), etc. A origem do Universo, dos vários seres, dimensões, planetas. O porquê de estarmos aqui, os objetivos dos grandes cientistas extraterrestres (os escravizadores donos da Terra e de milhares de planetas-prisão) e toda a “loucura” desses assuntos pertinentes ao Salto Quântico Genético (risos).

Para a nossa surpresa, nesse mesmo dia Bruno disse que já iria dar partida às iniciações. Mas antes foi feita a medição de nossas auras. Com um aurímetro Bruno mediu a aura de cada um dos participantes. Cada um de nós também pode examinar o aparelho e medir a aura uns dos outros como prova de que não haveria nenhuma manipulação dos resultados. A ordem em que cada um será iniciado é feita por sorteio. Esta mesma ordem é utilizada na medição a seguir.

As medidas aproximadas das auras antes da iniciação:
(os nomes foram abreviados)

Participante
Tamanho da Áurea (aproximado)
V.H.P.
7 metros
R.B.P.
5 metros
Din
9,5 metros
M.L.
5 metros
P.V.B.
10 metros
M.F.O.
7 metros

Os valores não são exatos, visto que não foram medidos com exatidão, mas por estimativa. O aurímetro era afastado da pessoa e até onde ele mostrava atividade da aura contávamos passos que estimávamos terem cerca de um metro cada um.

Qual é o tamanho da aura de uma pessoa “comum”?
Bruno explicou que nossas auras já estavam muito maiores do que o normal antes da iniciação e que isso era incomum até mesmo para ele. A aura aumenta antes da iniciação por que a própria Supraconsciência já começa a recalibrar os chackras de seu Elemental (pessoa que em que habita). No meu caso, os processos de cura pela TRF também podem ter repercutido no tamanho da minha aura.

·         Começam as iniciações!

Em todas as iniciações o procedimento foi padrão. Aquilo que foi feito com o primeiro se repetiu até o último participante a ser desbloqueado. Você vai entender quais são esses procedimentos durante a leitura deste depoimento.

Dos seis participantes, todos foram desbloqueados, mas dois não fizeram o “Salto Padrão”, ou seja, suas respectivas Supraconsciências se mantiveram mudas durante todo o processo. Eles não tiveram acesso a nenhuma informação a respeito de suas verdadeiras identidades, nem vidas passadas, nada. Esta é a situação deles até o momento em que escrevo este texto.

Nesse caso, Bruno oferta duas opções:
- Devolução de R$ 1100,00 (sendo o valor total de R$ 1500,00), sendo que R$ 400,00 ficam para cobrir as despesas com deslocamento, hospedagem, locação, etc.
- Não receber devolução do dinheiro e permitir que o facilitador acesse as informações da Supraconsciência do participante para saber o motivo de sua mudez. Chamamos isso de sondagem.

Um dos participantes optou pela sondagem. Entre outras tantas informações, foi descoberto que a Supraconsciência deste não falava por motivo de proteção. Algumas pessoas se tiverem acesso à Supraconsciência são identificadas imediatamente por entidades poderosas do Universo ou guardas do império podem atacá-las violentamente. Nestes casos, evidentemente, a vida, saúde e integridade da pessoa estaria seriamente comprometida. Para proteger o seu Elemental a Supraconsciência faz-se muda e não dá previsão de outra atitude.

Dia 26 – Segundo Dia

·         A Minha Iniciação

Já às oito horas da manhã começou o meu processo de desbloqueio. Enfim, após mais de um ano lendo, pesquisando e conversando sobre o SQG “chegou a minha hora” (risos).
Coloquei a venda nos olhos que não permitia a entrada de nenhum feixe de luz por menor que fosse.
Todos os demais assistem a iniciação dos colegas inclusive para verificar a possibilidade de fraudes.
Bruno mediu a atividade dos meus chackras com um pêndulo e nenhum deles tinha atividade suficiente para movê-lo. O mesmo ocorreu com todos os participantes antes da iniciação.

Depois, foi feita a leitura dos chackras. Nesta, Bruno escreve o que vê através de sua clarividência nos tais centros de energia. Descreve os implantes e cores que vê e passa essas informações aos demais participantes. Aquele que está deitado só saberá dessas informações após a iniciação ou se sua Supraconsciência lhe comunicar a respeito durante o processo.

Então, começa o desbloqueio de fato. Uma vez obtida a senha numérica, Bruno a emite e faz o desbloqueio passando suas mãos sobre o corpo da pessoa sem tocá-la.

Assisti ao desbloqueio dos meus colegas, foi interessante, mas... muito tedioso.
O processo é demorado e a impressão que temos é que a pessoa na maca está tendo algum tipo de delírio com filmes de ficção científica (risos). Foi mais ou menos isto que senti até que... deitei na maca e pude então comprovar que nada ali estava sendo inventado.

·         Os Lapsos de Clarividência

No exato instante em que o Bruno pôs suas mãos sobre mim, uma sobre o chackra básico e outra sobre o chackra frontal, minha clarividência se abriu por alguns segundos e eu vi ondas saindo das mãos do Bruno “caindo” sobre mim. Lembrando que eu estava absolutamente vendado.  Por vezes eu via relâmpagos que eu acredito terem ocorrido no meu chackra frontal. Também consegui ver por alguns segundos o teto da sala onde estávamos.

·         As Emoções Lábeis

Ainda neste momento de desbloqueio, sentia as mesmas ondas reverberando por todo o meu corpo e uma grande emoção subitamente veio à tona. Uma emoção muito grande... não sei descrever se boa ou ruim. Surgiu espontaneamente, sem motivo aparente e assim como veio se foi. Eu mesmo na hora estranhei demais isso, pois me desconcertava a origem daquela emoção que era sentida na totalidade do meu corpo e segundos depois desaparecera como que por encanto.
Outros participantes vivenciaram o mesmo fenômeno das emoções lábeis. Elas são emoções que surgem e desaparecem inadvertidamente e sem motivo consciente. É como se alguém apertasse um botão que liga a emoção, e aí eu a sentia intensamente, e logo depois apertasse “desligar” e a emoção desaparece como uma brincadeira.

·         A Manifestação da Supraconsciência



Bruno desbloqueou todos os meus chackras. Depois disso pude perceber que a escuridão da minha mente, aquela que você também vê quando fecha seus olhos, já não era mais tão escura assim (risos).
Lentamente eu comecei a ver (de olhos vendados) uma luminosidade vinda do topo da minha cabeça. Dessa luminosidade saíam esferas muito brancas como esta luz que transitavam diante dos meus olhos (vendados).

·         O Fenômeno da Maca Tremulando

Desde o momento em que me deitei na maca (que eu mesmo já tinha examinado anteriormente) ela começou a tremular. Não havia a possibilidade de eu estar provocando o fenômeno fisicamente, pois demandaria um grande esforço da minha parte o que chamaria atenção dos espectadores para uma fraude gritante. A maca se moveu com os demais iniciantes da mesma maneira, exceto com a primeira participante.
A maca fazia um movimento rápido de “vai-e-vem” e era visível a todos que Bruno não estava tocando na maca. Quando Bruno se afastava dela o fenômeno permanecia irredutível.
Eu podia sentir, após o desbloqueio, que vibrações muito fortes saíam do meu abdômem contornando-o e “entravam” na maca. Quando eu sentia a pulsação dessas vibrações aumentarem (nos momentos de expiração do ar) sentia a maca vibrar com mais intensidade.

·         A Primeira Condução

Condução é como chamamos o processo acompanhado de regressão a memórias de vivências passadas.
Bruno começou a fazer perguntas a respeito do momento do desbloqueio, se senti ou percebi alguma coisa. Relatei os fenômenos descritos acima. Ele e os meus amigos confirmaram que a maca estava tremendo veementemente tal qual acontecera com o iniciado anterior (R.B.P.).
Começa então a fazer orientações sobre a linguagem da Supraconsciência, eu a invoco e Bruno lança perguntas que devo reproduzir mentalmente à ela.
As respostas começaram a surgir “magicamente” na minha mente. Assim como as esferas de luz muito branca que relatei, imagens simbólicas e frases simples passavam “diante dos meus olhos” como se eu estivesse assistindo a uma apresentação de slides. Essas informações apareciam independente da minha vontade e eram inéditas para mim, coisas que eu jamais poderia imaginar. Mais uma prova de que não era imaginação.

·         O Grande Imprint Na Perna Esquerda

Há alguns anos eu vinha sentindo um incômodo, uma “fraqueza” na minha perna esquerda. Nunca fui ao médico conferir do que se tratava. Fiz uma sessão de Cura pela Transmissão do Retorno à Fonte com a também iniciada Rosangela Matsushita, ela verificou que havia uma deficiência energética nesta perna. Ela viu esta perna com “uma grande mancha escura”. Lá no seminário iniciático, ao contatar minha Supraconsciência e perguntá-la sobre a existência de algum imprint que devia ser tratado com urgência, a mesma me causava uma dor arrepiante no membro. Eu sentia como se a perna estivesse sendo arrancada ou apertada. De fato, eu tinha (e ainda tenho uma pequena parte) de um grande imprint nesta perna.
Bruno me orientou a pedir a Supraconsciência que removesse o imprint sem causar tanta dor.
A Supraconsciência não tem aparência, forma, gênero ou qualquer qualidade dessas que possamos atribuí-la conforme a nossa dimensão. Ela é andrógena e está fora dos paradigmas. Mas, quando eu conheci o SQG não sabia disso e imaginava que a tal Supraconsciência de que o Bruno falava em seu site fosse alguma entidade, como um espírito qualquer. Então eu atribuía a ela a aparência da imagem recorrente nas páginas do SQG.
Por esta razão, no seminário a minha Supraconsciência modelou uma aparência para me provar que estava presente. A mulher da imagem (fictícia) apareceu para mim e tocou em minha perna banindo subitamente toda a dor intensa que eu estava sentindo. Senti meu corpo todo imerso numa sensação de relaxamento e bem-estar. Eu dizia: “Eu me sinto muito bem agora... Eu me sinto muito bem!”. Assim como as emoções lábeis, a tal dor na perna surgiu de repente e sumiu como mágica pelo toque da “mulher” que simbolizava a presença da minha Centelha Divina.

·         A Origem e as Memórias

Durante esta primeira condução não tive acesso a memórias muito reveladoras nem nítidas. Minha Supraconsciência me gerava algumas emoções lábeis e mostrava muitos símbolos que eu não entendia naquele momento.
O que vi com mais nitidez foram belas imagens de galáxias e planetas com forma diferente do que estamos habituados.
Eu pedia para que ela fosse clara nas suas mensagens, mas ela respondia dizendo “fraco, fraqueza” me dando a entender que eu não estava habilitado a acessar memórias naquele momento.
Até hoje, a Supraconsciência não me deu informações muito claras a respeito da minha origem cósmica. Assim como alguns depoentes do meu blog dizem, a revelação completa a respeito da origem poderá vir mais tarde quando eu estiver apto para saber.
Sei alguns fragmentos sobre ela e sei também que lamentavelmente já fiz parte do Império da Escravidão. Mas de lá fui “descartado” (palavras entre aspas que um reptiliano usou ao me despachar) por que eu não “prestava” por que eu sentia “amor”, portanto estava com “defeito”. Fui torturado pelos escravistas e enfim alienado para viver na Terra e comer o pão que o capeta amassou (risos).
Sobre minhas memórias, falarei logo a seguir.
Ao término desta condução, tirei a venda e saí da maca me sentindo bastante atordoado. Era como se eu estivesse sob efeito de alguma substância, mas este efeito durou apenas alguns minutos. O que permaneceu foi uma sensação de que minha cabeça estava bem maior e desproporcional ao meu corpo (risos).

Mais tarde, eu estava em casa naquela noite, me deitei já um tanto cansado do seminário (apesar de não haver esforço é cansativo), resolvi tentar mais um contato com a Supraconsciência. Ela não comunicou nada, mas pude sentir sua presença e intencionalmente consegui fazer a minha cama tremer! Sentia novamente um grande fluxo de energia fluindo como uma cachoeira da minha barriga e fazendo a cama toda vibrar. Infelizmente ninguém presenciou isso e eu nunca mais consegui reproduzir este fenômeno.

Dia 27 – Terceiro e Último Dia

Neste último dia, Bruno faz a segunda condução. Mas antes quero falar a respeito do que ocorreu com nossas auras para que mais a frente você entenda a relação dela com os imprints.
Cada participante teve sua aura medida imediatamente após a sua iniciação. A segunda medição das auras trouxe os seguintes resultados:

Iniciado
Tamanho aproximado da Aura
Antes
Depois
V.P.H.
7 metros
Acima de 25 metros
R.B.P.
5 metros
21 metros
Din
9,5 metros
16 metros
M.L.
5 metros
20 metros
P.V.B.
10 metros
Acima de 25 metros
M.F.O.
7 metros
Acima de 25 metros

É notável a diferença que ocorre no tamanho das auras. Todos os participantes tiveram aumento significativo do seu poder pessoal, independente de terem estabelecido contato com o mestre interior ou não. Note que três participantes alcançaram mais de 25 metros (estimados) de aura. Não foi possível medir além desse valor por que não havia espaço no pátio do local do evento. Perceba também que os dois participantes que não conseguiram comunicação com a Supraconsciência são os mesmos que inicialmente tinham as menores auras. Será que existe alguma relação entre esses fatores? Fica a questão em aberto.

·         A relação entre Aura e Imprint

Ainda na manhã deste último dia, Bruno começou a minha segunda condução para treinar a comunicação com a Centelha e posteriormente a construção da armadura (ou escudo etéreo).
Sentado em uma cadeira, com os olhos vendados, invoco a Supraconsciência. Sinto a sua presença e Bruno começa a orientar com perguntas. Alguns fragmentos de memórias vividas em outras dimensões, mas nada muito consistente. Acessei uma memória onde eu era torturado por uma alma nefasta, que me despachou do império da escravidão e me condenou a escravidão por causa dos sentimentos que existiam na minha alma. Imediatamente após encerrar a visualização desta memória, senti um alívio no meu peito (chackra cardíaco). 
Após a construção da armadura, descrita no próximo tópico, pedi para Bruno medir novamente o tamanho da minha áurea. Esta havia passado de 16 para 20 metros. O que quero mostrar com este dado é que para cada imprint apagado do seu sistema, a sua aura tem um aumento considerável. Hoje, mais de quatro meses após a iniciação, já removi vários imprints, o que me faz supor que minha áurea está ainda maior e vai continuar se expandindo na medida em que eu limpar meu sistema.

·         A Armadura

Bruno me orientou a pedir para o Eu Maior construir uma armadura extrafísica capaz de me proteger de influências nocivas.
Eu comecei a ver diante de mim (com os olhos vendados) uma imagem não muito nítida de uma estátua dourada de uma mulher segurando um jarro. Desse jarro corria um líquido dourado também, como toda a imagem.
A minha armadura deveria ser feita a partir daquele líquido. Ordenei a sua construção e assim que concluído este passo a sessão foi encerrada.

No decorrer do dia foram feitos os mesmo procedimentos com os demais iniciados. O seminário então chega ao fim.
Alguns de nós saíram do seminário frustrados com a situação de não comunicar-se com a Supraconsciência, o que é absolutamente compreensível. Mas ainda assim, para nenhum de nós, restou dúvidas quanto à veracidade da iniciação.  Por isso, deixo clara a orientação para que cada pessoa que resolver submeter-se à iniciação que mantenha-se com os pés no chão e encare de frente a possibilidade de não ter êxito na comunicação. As Supraconsciências por vezes decidem não contatar o Elemental por motivo de sua imaturidade ou para protegê-lo de ser localizado por inimigos poderosos. Mesmo sem este contato direto, pode ocorrer atuação da Centelha e os demais benefícios de estar desbloqueado.

Então, os participantes que precisavam viajar partiram e nós residentes de Pelotas, fomos comemorar com “o cara do Salto” em uma pizzaria!
:P
 O Bruno não comeu nada e ficou só bebendo suco de larajna, é mole? Você resistiria a essa pizza deliciosa? (risos)

Terminado o dia voltei para casa satisfeito com tudo, mas muito cansado da rotina dos últimos dias.

Muito bem. Todo o relato da minha experiência no seminário iniciático foi exposta até este trecho. Daqui para frente você vai ler sobre minhas vivências pós-salto neste período de quase quatro meses da iniciação.

A Semana Após a Iniciação: O Efeito Rebote

Bah!!! Pensa em alguém triste?! Foi assim que fiquei na semana seguinte aos dias de seminário.
Mesmo tendo ido dormir com uma boa sensação, apesar do cansaço, acordei no dia seguinte me sentindo bem triste, um pouco confuso e cheio de energia.

Mas por que tudo isso?

A maioria dos iniciados com os quais tive contato até hoje, relataram o tal “efeito rebote” que é como uma resposta psíquica a este choque com a realidade. Alguns dizem que passaram dias, semanas e até meses sentindo-se desconfortáveis com a descoberta que o Salto Quântico Genético traz que não são nada boas pelo menos no começo.

A sensação que eu tinha durante os dias era de que eu havia sido enganado por muito tempo. Era como se estruturas internas minhas estivessem sendo implodidas uma a uma. Foi como sair de um quarto quente com lareira e sair correndo sem roupa no pólo norte. É perder o chão, é dramático, triste, desolador.  O que sentia era mesmo como se as minhas ilusões mais gostosas estivessem entrando em colapso.
Descobri de imediato na iniciação de que eu estive cooperando com aqueles que combato hoje (O Império da Escravidão) e isso me abalou bastante, já que nesta vida eu sou uma boa pessoa e pensei sempre ter sido “alguém do bem”.
Era como se partes da minha mente, do meu interior, estivessem morrendo de verdade. Foi um grande puxão de tapete. Uma tristeza profunda, quase desesperadora que parecia que não passaria nunca mais.


Há uma cena do filme Matrix em que Neo (personagem principal) desperta dentro deste sistema onde os seres humanos são cultivados como numa fazenda que se aproxima da sensação que tive naquela semana. Outro exemplo seria o filme “O Show de Truman” onde o personagem do título vive dentro de um reality show, mas não sabe. Nasceu e cresceu dentro de uma grande encenação perfeitamente elaborada para que ele, somente ele, não soubesse de toda a verdade. Truman descobre durante o filme que tudo não passou de uma grande ilusão e ao se dar conta desta situação ele começa a perceber que na verdade ele não é quem pensa que é, que as pessoas que conhece não são quem realmente dizem, que a vida não é bela como ele sempre viu e que neste tempo todo ele foi genialmente enganado.

Você me pergunta “Nossa, mas que horrível. Então está arrependido?”

É exatamente o contrário. :D
Vou ser contraditório ao dizer que junto com toda a tristeza que relatei nas últimas linhas, sentia ao mesmo tempo uma sensação de posse de mim mesmo, enfim. Para cada parte que eu sentia morrer dentro de mim, tinha a impressão que no lugar delas não ficava nada. Esse “nada” é pura luz. \o/
Valeu cada centavo, cada esforço despendido na direção do meu despertar. O contato com a Supraconsciência é ímpar e não tem dinheiro suficiente que pague esta dádiva divina.
Durante a primeira semana contatei minha Supraconsciência que me deu mais informações sobre minhas vidas passadas, fez cirurgias espirituais em mim e me ajudou a limpar os imprints mais fortes e vergonhosos que eu tinha.
As primeiras memórias que a Supra mostra para cada pessoa sempre são as mais dolorosas e vergonhosas. Ela faz isso para que estes imprints não sejam revividos imediatamente já que o poder de atração aumenta. Algumas memórias são vergonhosas por causa dos papéis que ocupamos no passado na sociedade (ou noutra dimensão) que era de humilhar aos outros ou de ser fortemente humilhado.

As Memórias

Logo que fiz o Salto, fui ao Facebook (mídia onde mais divulgo meu blog) e avisei aos leitores que meu depoimento não seria muito rico. Disse isso por que nos primeiros dias não via com nitidez as imagens das vidas pretéritas além de estar no “efeito rebote” ainda. Minha Supraconsciência dizia que eu não poderia ver essas primeiras imagens por que “eu não agüentaria”.
Os imprints referentes à maioria dessas memórias mais pesadas foram tirados pela emoção. Como assim?
Você já deve ter lido nos depoimentos dos iniciados que as memórias são reveladas isentas da emoção do momento em que foram criadas, certo? Isso é verdade, mas no meu caso a Centelha optou por fazer o contrário. Me disse que eu deveria sentir as emoções para limpar os imprints, mas que ela não permitiria o meu acesso as imagens ainda por causa da minha imaturidade.
Eu realmente não vi as imagens, mas senti tudo o que me fizeram que encheu meu sistema de grandes imprints. As emoções que senti foram de esmagamento, tortura, estupro, esfaqueamento, esquartejamento e por aí vai.
Entendeu agora como foi melhor não ver mesmo? (risos)
Mas ela me privou desta maneira apenas nas primeiras semanas.
A seguir vai o texto que escrevi após relembrar de uma memória da qual vi imagens e tudo o mais. A memória voltou em uma sessão conduzida por outro iniciado (Reptile) via Skype.


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