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A Realidade é Imaterial e Criada pela Consciência

Via: Collective Evolution

"A CONSCIÊNCIA CRIA REALIDADE" - OS FÍSICOS ADMITIRAM O UNIVERSO É IMATERIAL, MENTAL E ESPIRITUAL





"A consciência cria a realidade", uma declaração que ganhou muita atenção em vários meios de comunicação alternativos ao redor do mundo. Não se engane, a consciência tem sido (há algum tempo) estudada por numerosos cientistas, especialmente em sua relação com a física quântica e como ela pode estar correlacionada com a natureza da nossa realidade.

O que é consciência? A consciência inclui um número de coisas. É como percebemos nosso mundo, nossos pensamentos, conscientização, nossas intenções e muito mais.
"Olhar para a consciência no cérebro é como olhar para o locutor dentro do rádio." -Nasseim Haramein, diretor de pesquisa para o Projeto de Ressonância
"Eu considero a consciência como fundamental. Eu considero a matéria como derivada da consciência. Não podemos ficar atrás da consciência. Tudo o que falamos, tudo o que nós consideramos como existente, postula a consciência. "-   Max Planck, físico teórico que originou a teoria quântica, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1918
"Não foi possível formular as leis da mecânica quântica de uma forma totalmente coerente sem referência à consciência ." Eugene Wigner, físico teórico e matemático. Ele recebeu uma parte do Prêmio Nobel de Física em 1963
 A afirmação de que "a consciência cria a realidade" vem com um número de perguntas diferentes. Isso significa que nós, como indivíduos (e em um nível coletivo como raça humana) podemos moldar e criar qualquer realidade que gostaríamos para nós mesmos? Significa que podemos manifestar um certo estilo de vida e atrair certas experiências? Isso acontece instantaneamente? Demora algum tempo? Como fazemos isso?

Embora possamos não ser capazes de responder a essas perguntas com absoluta certeza científica, sabemos que sim, uma correlação entre a consciência e o nosso mundo físico material existe, de fato, de alguma forma, forma ou forma. A extensão dessa correlação (novamente a partir de um ponto de vista científico moderno) ainda não é bem compreendida, mas sabemos da correlação e sabemos que deve ter algum tipo de significado.
"Uma conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade. Como observadores, estamos pessoalmente envolvidos com a criação de nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o universo é uma construção "mental". O pioneiro físico Sir James Jeans escreveu: "O fluxo do conhecimento está se dirigindo para uma realidade não-mecânica; O universo começa a parecer mais um grande pensamento do que uma grande máquina. A mente não parece mais ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos antes chamá-la como a criadora e governadora do reino da matéria. Alcançar e aceitar a conclusão incontestável: O universo é imaterial-mental e espiritual." - RC Henry, Professor de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins  em "O Universo Mental"; Nature 436: 29,2005. (fonte) 

A ciência por trás da declaração "A consciência cria a realidade"

O experimento de fenda dupla quântica é um experimento muito popular usado para examinar como a consciência e nosso mundo material físico estão entrelaçados. É um grande exemplo que documenta como os fatores associados à consciência e ao nosso mundo material estão ligados de alguma forma.
Uma revelação potencial desta experiência é que "o observador cria a realidade." Um artigo publicado na revista científica  Física Essays por Dean Radin, PhD, explica como esta experiência foi utilizada várias vezes para explorar o papel da consciência na formação A natureza da realidade física. (fonte)
Nesta experiência, um sistema óptico de dupla fenda foi usado para testar o possível papel da consciência no colapso da função de onda quântica. A proporção da potência espectral de fenda dupla do padrão de interferência para a sua potência espectral de fenda única foi prevista para diminuir quando a atenção foi focada para a fenda dupla em comparação com a distância dela. O estudo constatou que os fatores associados com a consciência estão "significativamente"  correlacionados de um modo previstas com perturbações no padrão duplo interferência fenda. (fonte)
"A observação não só perturba o que tem de ser medido, mas também o produz. Nós obrigamos o elétron a assumir uma posição definida. Nós mesmos produzimos os resultados da medição. "  (Fonte)
Embora este seja um dos experimentos mais populares usados ​​para postular a conexão entre consciência e realidade física, existem vários outros estudos que mostram claramente que a consciência, ou fatores que estão associados com a consciência, estão diretamente correlacionados com a nossa realidade de alguma forma. Uma série de experiências no campo da parapsicologia também demonstraram isso.
Claro, podemos não entender a extensão dessa conexão, e na maioria dos casos os cientistas não podem sequer explicar isso. No entanto, eles são, e foram observados uma e outra vez.

Outros exemplos que nós escrevemos são experimentos de psicocinese patrocinados pelo governo, o experimento de consciência global, experiências de visão remota de agências de inteligência, pensamentos e intenções que alteram a estrutura da água, o efeito placebo, estudos de teletransporte e muito mais. Você pode encontrar mais detalhes sobre esses experimentos específicos AQUI .
Alguns outros artigos relacionados CE que se relacionam com este assunto estão listados abaixo:

Como podemos incorporar essas informações em nossas vidas e usar a consciência para transformar o mundo

A mudança exige ação, mas o lugar de onde essa ação vem é o mais importante.
A ciência dos dias modernos, especialmente a física quântica, vem alcançando o misticismo antigo e conceitos que estão/foram tão profundamente enraizados em várias culturas ao longo do mundo antigo. Um grande exemplo disto é o fato de que tudo é energia e nada é sólido. Você pode ler mais sobre isso aqui .
"Nós somos o que pensamos, tudo o que somos surge com nossos pensamentos, com os nossos pensamentos nós fazemos o mundo." -  Gautama Buddha
"Em termos gerais, embora existam algumas diferenças, acho que a filosofia budista e a Mecânica Quântica podem apertar as mãos sobre sua visão do mundo. Podemos ver nestes grandes exemplos os frutos do pensamento humano. Independentemente da admiração que sentimos por esses grandes pensadores, não devemos perder de vista o fato de que eles eram seres humanos, assim como nós somos. "- Dalai Lama ( fonte )
Um grande exemplo de física quântica encontrando a sabedoria antiga é visto no fato de que Nikola Tesla foi influenciado pela filosofia védica quando ponderando suas idéias de energia de ponto zero. Você pode ler mais sobre isso  aqui .
Então por que isso é relevante? É relevante porque a nova física, como mencionado acima, está apontando para o fato de que o observador molda a realidade. A forma como pensamos e percebemos pode ser responsável e desempenhar um papel vital na construção física que vemos na frente de nós.
"Nenhum problema pode ser resolvido a partir do mesmo nível de consciência que o criou." - Desconhecido
Se olharmos para o mundo e examinarmos isso em nível coletivo, o que vemos? Como percebemos isso? Agora, as massas percebem que ele está nascendo, indo à escola, pagando contas, criando uma família e encontrar um "emprego" dentro do paradigma atual para sustentar a si mesmo. Nenhum julgamento aqui, mas muitas pessoas no planeta não estão ressoando com esta experiência. Elas querem mudanças. Estamos repetindo e percebendo nossa realidade dessa maneira por muito tempo, com pouca informação sobre o que realmente está acontecendo no nosso planeta. É quase como se fossemos drones robóticos que foram treinados e lavados ao cérebro para aceitar as coisas da maneira que são. Não questionar o que está acontecendo em nosso mundo e continuar com o status quo, apenas cuidando de nós mesmos e de nossas próprias vidas. Como Noam Chomsky diria, nosso consentimento foi fabricado. Se continuarmos neste caminho e continuarmos a perceber e ver a realidade como "isto é apenas do jeito que é", nós, em essência, prolongaremos esse tipo de existência e experiência para a raça humana sem nunca mudá-la.

A fim de criar e manifestar uma nova realidade para nós mesmos, o nosso pensamento patches e da forma como percebemos a realidade deve mudar. O que muda a forma como percebemos a realidade? Informação faz. Quando surgem novas informações, isso muda a forma como olhamos as coisas e, como resultado, nossa realidade muda, e começamos a manifestar uma nova experiência e abrir nossas mentes a uma visão mais ampla da realidade. Não dizer que não podemos manifestar uma nova forma física em um piscar de olhos, e que não somos capazes de fazer isso, mas parece ser algo que leva tempo, algo gradual, algo que não entendemos muito ainda.

O que também é importante sobre os ensinamentos da física nova é que, se fatores de consciência estão associados com a criação de nossa realidade, isso significa que a mudança começa dentro. Ela começa com a maneira pela qual estamos observando o mundo exterior de nosso mundo interior. Isso toca o ponto anterior de como percebemos nossa realidade. Nossa percepção do mundo externo pode muito bem ser um reflexo de nosso mundo interior, nosso estado interior de ser. Então pergunte a si mesmo, você está feliz? Você está observando, percebendo e agindo de um lugar de amor? De um lugar de ódio ou raiva? De um lugar de paz? Todos esses fatores estão associados à nossa consciência, com a nossa observação, o (ou os muitos) que está fazendo a "observação" pode desempenhar um grande papel no tipo de mundo físico que a raça humana manifesta para si, o que você acha ?

Nós somos de fato os observadores, podemos criar mudanças e quebrar padrões para abrir novas possibilidades, mudar nossa direção, tudo pelo modo como nos observamos a nós mesmos, aos outros e ao mundo que nos rodeia.
Eu acredito que a raça humana está no processo de acordar a um número de coisas diferentes, simultaneamente. Como resultado, a maneira como percebemos e "observamos" o mundo à nossa volta (em uma escala de massa) está começando a mudar drasticamente. Então, se você quiser ajudar a mudar o mundo, mudar a maneira como você olha para as coisas, e as coisas que você olha vai mudar.
"Seja a mudança que você quer ver no mundo." -  Mahatma Gandhi
Não há nada novo a ser descoberto na física agora. Tudo o que resta é mais e mais preciso de medição. " Esta declaração (declaração visão de mundo) foi feita por Lord Kelvin em 1900, que foi quebrado apenas cinco anos depois, quando Einstein publicou seu artigo sobre a relatividade especial. As novas teorias propostas por Einstein desafiavam o quadro atual (naquele tempo) de compreensão. Isso forçou a comunidade científica a se abrir a uma visão alternativa da verdadeira natureza de nossa realidade. Um grande exemplo de como as coisas que uma vez foram consideradas como verdade mudaram.
"As declarações de Lord Kelvins revelam com ela a voz de paradigmas passados ​​... Sabíamos que a Terra era plana, sabíamos que éramos o centro do universo e sabíamos que um homem mais pesado do que uma peça de ar não poderia fugir. Através de todos os estágios da história humana, as autoridades intelectuais pronunciaram sua supremacia ridicularizando ou suprimindo elementos da realidade que simplesmente não se encaixavam no quadro do conhecimento aceito. Somos realmente diferentes hoje? Mudamos realmente nossa aceitação em relação a coisas que não se encaixam no quadro? Talvez existam conceitos de nossa realidade ainda temos de entender, e se abrirmos nossos olhos talvez a gente vai ver que algo significativo tem sido negligenciado. "- Terje Toftenes ( fonte )
FATOR QUÂNTICO 
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Menina Superpoderosa - Clarividência - A Garota Indiana De 9 Anos Que Enxerga de Olhos Vendados - Yogamaatha



Matéria do site Tô no Cosmos

Yogamaatha é uma menina de 9 anos da Índia, porém algo a faz se sobressair das demais. Ela tem o Terceiro Olho ativado, o que deixou vários estudiosos americanos perplexos, em busca de respostas científicas até agora não encontradas.


Em uma pesquisa recente, lhe foi colocado três panos tampando os seus olhos e sua tarefa era ler o que estava escrito no papel. E assim ela o fez.
Conhecido popularmente como Terceiro Olho, o Ajna (meios de comando), é o sexto dos Chacras Primários segundo a tradição hindu. Localizado na glândula pineal, é o chacra da visão interna ou espiritual.
Algumas qualidades quando esse chacra está balanceado são: intuição, realização da alma, clarividência, concentração, paz de espírito, sabedoria, percepção além da dualidade.
Por outro lado quando em desequilíbrio, quando o chacra está desalinhado de acordo com as atitudes, a falta de concentração, medo, cinismo, tensão, pesadelos, entre outros, são os principais sintomas notados.

Yogaamatha em Washington. O que era pra ser uma sessão informacional sobre o Terceiro Olho, virou um espetáculo de demonstrações que durou 3 horas.
Um curso de 21 dias de duração, chamado ‘Inner Awakening’ ou ‘Despertar Interno’, administrado pelo guru indiano Sri Nithyananda Swami, é onde a garota Yogamaatha, além de outras centenas de crianças e adultos participaram do treinamento que teria concedido tal habilidade.
A pequena Yogamaatha parece uma menina normal, até começar o teste.
Yogamaatha consegue imitar as expressões faciais, mesmo com os olhos vendados, que o entrevistador faz, além de ler e até desenhar com incríveis detalhes o que lhe foi mostrado enquanto estava vendada.
Ela ainda conta que certa vez ao brincar de pique-esconde, antes mesmo de ir procurar, já conseguia saber a localização de todos. Questionada pelo entrevistador se isso não seria trapaça, ou se conseguiria controlar, ela disse que sim, hoje ela consegue controlar quando ativar esse ‘Super Poder’.
O vídeo abaixo é da entrevista e testes, bem descontraídos feito por Frank Elaridi do canal Modern Nirvana.
O teste começa em 6:06.

Outros vídeos e notícias podem ser encontrados na internet. Atualmente Yogaamatha tem viajado pelos EUA, demonstrando sua habilidade, e também sendo um objeto de estudo para vários cientistas e curiosos.
Seria esse mais um passo da ponte entre Ciência e Espiritualidade?
O treinamento que acontece algumas vezes por ano, tem atraído também diversos estrangeiros.
Com duração de 21 dias, várias são as atividades que tem como intuito o “Despertar Interno”.

Caso tenha se interessado, Inner Awakening tem um site oficial falando sobre seus cursos e praticas espirituais e também científicas.

Você mesmo gostaria de experimentar a clarividência? Isso é absolutamente real e possível e utilizado para melhorar a sua saúde e bem-estar geral.

Veja aqui os testemunhos de algumas pessoas que já experimentaram!


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A Geração de Pessoas que Não Amam


Esses dias eu estava com meus amigos e decidimos sair para curtir o final de semana como de costume, chegamos ao local e enquanto decidíamos o que fazer, acabei ouvindo sem querer a conversa de duas pessoas, quando uma delas me chamou a atenção quando disse:

“Você não pode dar muita atenção, senão ele não vai te valorizar, você tem que mostrar quem manda, eu sei porque eu fiz isso e deu certo”. Notei que eu já havia escutado algo parecido anteriormente, mas nunca havia parado para refletir sobre o assunto, mas isso me fez perceber que estamos vivendo uma realidade em que pessoas precisam de “reféns” para reafirmar suas convicções, para ter a certeza de seus próprios sentimentos. Isso pode parecer uma crueldade quando dita desta forma, mas o problema começa quando isso se torna uma “técnica” para suprir suas carências de atenção.

CRIOU-SE UMA GERAÇÃO DE PESSOAS QUE NÃO SE AMAM
   Ter sentimentos ou demonstrá-los se tornou sinônimo de fraqueza e vulnerabilidade, seria mais ou menos como “tudo o que sentir ou disser, poderá e será usado contra você no tribunal”. E pum! Batido o martelo, a sentença está dada, você é culpado por demonstrar seus sentimentos (ou simplesmente por tê-los), sua pena será um aperto no peito, estômago revirado, crises de ansiedade, noites de insônia, desânimo, os seus pensamentos serão roubados, e você está fadado a sentir saudade, caso tente expressá-la, a sua pena aumentará.

  É a geração que não aceita ter seu orgulho ferido, não aceita ser “menos” que o outro, por isso precisa deixar de se importar com quem os quer bem, só para que se eleve seu “status social” quando o outro vier procurá-lo. E quando se machuca no meio disso, usa como desculpa que “o amor só traz dor, então vamos beber, porque a cerveja nunca me traiu”, se livrando da responsabilidade de sua imaturidade. Aí quer mostrar para todos que apesar das consequências, saiu vitorioso e mostra que nunca será um “refém do amor”, alimentando esse orgulho com suas fotos e vídeos junto dos amigos, com seus copos de bebida dançando na balada, ostentando sua vida baseada em quê mesmo? Isso mesmo, apenas em uma falsa auto-afirmação de que “nada pode o abalar, nem mesmo o amor”.
  
Essa necessidade de mostrar que são queridas atingiu uma proporção tão absurda, que pessoas COMPRAM curtidas em suas fotos nas redes sociais, só para provar para o mundo que são bem-vindas no meio social que vivem, que significam algo para alguém, embora saibam a verdadeira origem de todo esse “sucesso” e ainda assim teimam em não acreditar que o amor vale a pena. Demonstrar que você se importa com alguém, que você valoriza uma amizade ou um relacionamento não quer dizer que você vai sair beijando todos pela frente, você pode demonstrar seu afeto ao desejar um ótimo dia para alguém, ao fazer uma gentileza, ao elogiar alguém, ao presentear sua namorada com uma flor, mesmo que seja do arbusto do quintal da vizinha, pode ser inúmeras coisas.  As pessoas estão carentes de atenção, e aposto que até você que está lendo esse texto agora já se sentiu bem ao receber um elogio sobre sua roupa, cabelo, seu perfume ou seu jeito, não tem problema ficar com vergonha, mas RETRIBUA esse afeto, valorizar um gesto cria uma ligação entre as pessoas, você pode até nem gostar tanto dessa pessoa, mas cá entre nós, isso melhora um pouco as coisas, não é mesmo? Não tem nada de errado em demonstrar seus sentimentos, isso não é e nunca será um sinônimo de fraqueza, muito pelo contrário, mostra que você é forte o bastante para compartilhar suas felicidades e incertezas com as pessoas, que não tem medo de mostrar quem é de verdade. 
 
 Os sentimentos nos tornam seres únicos, não importa o sentimento, APENAS MOSTRE QUE VOCÊ SENTE ALGO, mostre que você tem qualidades e defeitos, mas que também está disposto a aprender com o outro, permitindo que obstáculos sejam superados e diferenças toleráveis. Não tente esconder o que sente, isso não te faz mais forte, só ocupa o espaço que poderia ser de alguém tentando te fazer feliz. Quem ama, perdoa. Quem perdoa, aceita. Quem aceita, não visa os defeitos, e sim as qualidades. O amor não faz guerra, o amor edifica, ele constrói, corrige imperfeições e eleva nosso espírito.
  
Eu gosto muito de um trecho da música “Ainda há tempo” do Criolo que representa bem essa ideia:
“(...) O que você quer nem sempre
Condiz com o que o outro sente
Eu tô falando é de atenção
Que dá cola ao coração
Que faz marmanjo chorar
Se faltar
Um simples sorriso
Ou às vezes um olhar
E que se vem da pessoa errada
Não conta
A amizade é importante
Mas o amor escancara tanto
E o que te faz feliz

Também provoca a dor (...)”

  E se no fim "nada der certo", pelo menos você entendeu o sentido de amar.
  Esse texto foi feito para despertar uma consciência de que devemos perceber mais as pessoas que estão a nossa volta, pois um pequeno gesto realmente importa, criando um ciclo, é o famoso “gentileza gera gentileza”. Então peço que só compartilhem caso realmente entendam o sentido desse texto e não para mandar “indireta” para alguém, ou algo do tipo.

 Que todos vocês tenham a oportunidade de sentir o que é o amor de verdade.

 Escrito por: Fábio Carvalho. 
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A Reencarnação É Uma Escravidão - Greg Calise

Tradução de Graciano Constantino

~ Apesar das inclinações gnósticas do texto, achei válido publicá-lo~ Din Akari

Roda do Samsara – O ciclo de nascimento e morte
  • Já alguma vez te perguntaste porque reencarnamos?
  • Porque é que temos vidas tão curtas e, na maioria das vezes, os únicos caminhos espirituais são oferecidos apenas por religiões ou professores muito duvidosos?
  • Ou porque essas religiões são construídas sobre estruturas hierárquicas?
  • Já te perguntaste porque há tanta maldade no mundo?
  • E porque que essas pessoas más, tornam-se os líderes dos homens?
E a grande pergunta sobre a reencarnação:
  • Porque não nos lembramos das nossas vidas passadas?
  • Como podemos resolver a nossa vida passada, se nem sequer nos lembramos dela?
Vivemos as nossas vidas, sendo perseguidos pelas nossas vidas passadas e, no entanto, não podemos vê-las.
Carregamos os hábitos residuais e características dos nossos antigos Eus, no entanto, não temos a mínima ideia de onde vieram. Na maioria das vezes, não temos ideia de como eles nos afectam no presente.
Portanto, como podemos resolver os nossos problemas do passado? Especialmente  porque nos afectam, mesmo nesta vida?
Qual foi a pessoa religiosa ou professor espiritual, ou canalizador ou iogue que já respondeu a esta pergunta de forma satisfatória:
  • Porque não nos lembramos das nossas vidas passadas?
A resposta pode ser assustadora.
Está escrito nos textos védicos e purânicos, que a humanidade viveu longos períodos de vida durante a era dourada. Eles passavam a vida em meditação profunda e estavam em equilíbrio e harmonia com a mãe natureza. Então, algo aconteceu.
Nas lendas, mitos e textos antigos, descreve-se a queda do homem.
“O homem é perfeito em sua origem, um ser divino que se degenerou naquilo que somos.” A. Schwaller de Lubicz (O Milagre Egípcio)
” … O homem primitivo era o modelo mais verdadeiro e representante do homem e, todo o progresso humano desde então, embora ascendente em algumas coisas, tem estado em grande parte em incessante deterioração … Todo o mundo que veio a seguir depois do homem primitivo, honrou e até mesmo adorou os seus primeiros pais como próprios deuses de luz, conhecimento e grandeza”. Joseph A. Seiss (Evangelho nas estrelas) 
“Em seguida, ela acrescentou uma profecia na qual previu o fim da Era Divina e o início de um nova, em que os Verões seriam sem flores, as vacas dariam menos leite e as mulheres seriam desenvergonhadas e os homens sem forças, uma Era onde as árvores não teriam frutos e os mares sem peixes, quando os idosos dariam falsos conselhos e os legisladores fariam leis injustas, quando os guerreiros se trairiam uns aos outros e os homens seriam ladrões e não haveria mais virtude no mundo”. ( Profecia de Badb, Rainha Guerreira da Irlanda ) 
Então, o que causou essa “queda”?
Podemos ver que em um determinado momento, os deuses vieram do céu  e, os seres humanos aprenderam a agricultura e a pecuária, que é a escravidão dos animais. Com esse conhecimento, vieram as cidades, os reis, os sistemas hierárquicos de controlo, os exércitos, a guerra, escravidão e a adoração e sacrifícios dos deuses.
Esta foi a queda do homem. A humanidade saiu do equilíbrio e harmonia com a Mãe Natureza e, assim, começou a perder a virtude.
Então, quem eram esses deuses que vieram e deram este conhecimento a humanidade? De onde vieram? Eles não são da Terra. Eles vieram para escravizar a humanidade, para exigir sacrifícios de carne e osso, inclusive sacrifícios humanos.
Eles exigiram que fossem adorados. E, como lemos no Antigo Testamento, Jeová destruía raças inteiras, ou ordenava que o seu “povo escolhido” destruísse por ele.
Os gnósticos chamavam esses deuses de Arcontes.
Don Juan chamou-lhes de Predadores …
Esses deuses têm se alimentado da humanidade há milhares de anos …
Eles nos consideram seu rebanho, assim como consideramos os animais da fazenda. Como acima, assim abaixo. Eles alimentam-se das nossas emoções e energias negativas e alimentam-se da nossa adoração a eles. Eles gostam especialmente de sangue e sofrimento, então criam conflitos, violência e guerras entre os homens.
Observe que a maioria das guerras foram entre religiões…
Mas também nos controlam através das,
  • religiões
  • ideologias
  • governos
  • sociedades
  • propaganda
  • a imprensa, etc.
Outra maneira de nos controlar é através da reencarnação.
A Reencarnação é uma forma de escravidão. Após a queda, a duração de vida do homem foi drasticamente reduzida. Antes da era actual, os homens apenas viviam uma vida média curta, de 25 a 40 anos. Isso não é tempo suficiente para descobrir o que é a vida, especialmente se tudo o que recebiam era as religiões dos deuses.
Tinham que trabalhar o dia todo, criar as suas famílias e em seguida morriam.
E depois surge a pergunta, porque não nos lembramos das nossas vidas passadas.
Nascemos constantemente na ignorância e o único conhecimento disponível, era o que os deuses nos deram – religiões e ideologias. Depois de poucos anos, morremos na ignorância e, em seguida, voltamos de novo. Isso mantém o rebanho em ordem.
Sem qualquer recordação, estamos presos na ignorância, sem as ferramentas adequadas para nos libertarmos. Ocasionalmente, algumas grandes almas foram capazes de se libertar, mas os sacerdotes tomaram o controlo dos seus ensinamentos. Eles os deturparam e os transformaram em religiões.
Vivemos numa matriz, onde uma construção artificial de luz foi sobreposta sobre o mundo real.
Assim como no filme, Matrix, somos simplesmente baterias que alimentam os deuses. Esta é a nossa situação, onde nascemos e morremos numa matriz e somos alimento para entidades malignas. E claro, eles têm os seus lacaios aqui na Terra que mantêm o rebanho em linha.
Portanto, a próxima pergunta é:
O que acontece quando morremos?
Quando morremos, entramos na matriz cósmica, uma outra construção de luz falsa que chamamos de céu.
As nossas almas estão presas nesta prisão dos deuses. Depois de passarmos algum tempo no falso céu, voltamos novamente no mesmo ciclo. Isso é chamado a roda de samsara, o ciclo de nascimento e morte.
A única saída desta prisão é despertar para quem realmente somos.
Abandonar todas as falsas crenças, deuses, anjos, gurus, etc. e, parar de alimentar esses falsos deuses com a nossa adoração, com o nosso sangue, com as nossas emoções e pensamentos negativos e, abandonar todo o jogo.
“Para ver o universo como ele é, deves avançar um passo para além da rede. Não é difícil fazê-lo, porque a rede está cheia de buracos. Observe a rede e as suas inúmeras contradições.Tu o fazes e o desfazes a cada passo. Tu queres paz, amor e felicidade e, trabalhas duro para criar dor, ódio e guerra. Desejas longevidade e comes em excesso. Desejas ter amigos e os exploras. Veja a sua rede feita de tais contradições e remove-as – a sua própria visão fará com que desapareçam”. Nisargadatta Maharaj
Veja a Matriz por aquilo que é. Parece todo-poderosa, sem qualquer via de fuga, mas ela está cheia de buracos.
Se tiveres uma mente aberta, discernimento e os olhos para ver, todo este jogo não é nada mais do que um castelo de cartas. Através de perguntas simples, pude dar muitos exemplos de como toda essa matriz está caindo aos pedaços.
A pergunta é,
Vais acordar, ou  vais permitir ser arrastado na rede, para continuares na roda de nascimento e morte?
Imagine o quão sortudo és de teres tido contacto com as chaves para escapar desta prisão.
Podes ver o quão confuso podem ser todas,
  • as religiões
  • as filosofias New Age
  • falsos professores e ensinamentos
Vejo que existem alguns grandes mestres que brilham acima de toda essa confusão. Aprenda deles o que puderes, mas prepare o seu próprio caminho em direcção ao seu Ser interior.
Liberte-se da prisão.

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NORMOSE: A DOENÇA DE SER NORMAL

A humanidade pode estar sendo acometida por uma epidemia global: a normose, uma obsessão doentia por ser normal



Já foi normal duas pessoas se digladiarem até a morte para entreter a multidão. Também já foi normal queimar mulheres na fogueira por bruxaria e fazer pessoas trabalharem sem remuneração com direito a castigos físicos só pela cor da pele. Era normal também humanos se alimentarem de sua própria espécie e casarem sem amor. Já foi normal passar 40 horas da semana fazendo algo que se detesta, mentir para ganhar dinheiro e devastar florestas inteiras em busca de um suposto desenvolvimento. Peraí, este último ainda é normal. Afinal, será que ser normal - e achar normais coisas que não deveriam ser - pode ser uma doença?

Segundo alguns psicólogos, sim. A doença de ser normal chama-se, segundo eles, normose: um conjunto de hábitos considerados normais pelo consenso social que, na realidade, são patogênicos em graus distintos e nos levam à infelicidade, à doença e à perda de sentido na vida.
O conceito foi cunhado quase que simultaneamente pelo psicólogo e antropólogo brasileiro Roberto Crema e pelo filósofo, psicólogo e teólogo francês Jean-Ives Leloup, na década de 1980. Eles vinham trabalhando o tema separadamente até que um terceiro psicólogo, o francês Pierre Weil, se deu conta da coincidência. Perplexo, Weil conectou os dois, e os três juntos organizaram um simpósio sobre o tema em Brasília, uma década atrás. Do encontro, nasceu uma parceria e o livro Normose: A patologia da normalidade.

No fim dos anos 70, Crema estava encucado com o fato de muitos autores apontarem uma "patologia da pequenez": o medo de se deixar ser em sua totalidade. Ele deparou-se com muitos pensadores, entre eles o alemão Erich Fromm (1900-1980), que falava do medo da liberdade, e o suíço Carl Jung (1875-1961), que afirmava que só os medíocres aspiram à normalidade. Crema misturou ao caldo a célebre declaração do escritor britânico G.K. Chesterton (1874-1936), que disse que "louco é quem perdeu tudo, exceto a razão", e acrescentou os anos de observação e prática em sua clínica pedagógica.
Charlie da série Dois Homens e Meio é um personagem que
expressaria muito bem a conduta normótica de um homem ocidental ideal:
Vive sob efeito de droga, rico, pouco pensante e entregue à vadiagem e impulsos.
O personagem fez muito sucesso. 

Assim nasceu o conceito de normose, que, segundo ele, "ocorre quando o contexto social que nos envolve caracteriza-se por um desequilíbrio crônico e predominante". A normose torna-se epidêmica em períodos históricos de grandes transições culturais - quando o que era normal subitamente passa a parecer absurdo, ou até desumano. Foi o que aconteceu no final do período romano, em relação à perseguição de cristãos, ou no início da Idade Moderna, com o fim da legitimidade da Santa Inquisição, ou no século 19, com a perda de sustentação moral da escravidão. E, segundo Crema, Leloup e Weil, é o que está acontecendo de novo, com a crise dos nossos sistemas de produção, trabalho e valores.

"O novo modelo é ainda embrionário, e os visionários dessa possibilidade de sociedade não-normótica ainda são minoria", diz Crema. Enquanto a maioria de nós se adapta a um ambiente social doente, quem resiste à normose acaba considerado desajustado, por não obedecer ao estado "normal" das coisas.

Como aquele cara que, mesmo ganhando o suficiente para fornecer educação, moradia e alimentação para si e seus filhos, é considerado vagabundo e louco por, em plena quarta-feira ensolarada, liberar as crianças da aula e levá-las à praia. Mas como? Em dia de semana? As crianças vão faltar aula? Pois é. De repente, ele acha que um dia na natureza vai fazer mais bem a seus filhos do que horas sentados em sala de aula. Será que ele não é saudável, e doentes estão os outros?

Desnormotização

Para a filósofa Dulce Magalhães, que escreve sobre mudanças de paradigmas, o normótico acredita que geração de renda e falta de tempo para si ou para a família são indissociáveis. "As pessoas consideram que trabalhar muitas horas, colocar em risco sua saúde e suas relações é normal", diz ela. "Mas isso tem um custo pessoal e social alto demais, que acabam levando a problemas de saúde pública e violência, por exemplo."

Dulce acha que a cura para a normose está em mudarmos de modo mental, abandonando o modelo da escassez, que hoje rege o mundo, e abraçando o da abundância. Ela explica: "Desde a infância, aprendemos que o que vem fácil vai fácil e que, se a vida não for difícil, não é digna. Precisamos mudar isso e entender que esforço não é tarefa." Quantos de nós chegamos em casa reclamando para mostrarmos (a nós mesmos e aos outros) que trabalhamos muito e tivemos um dia duro, como se isso trouxesse algum tipo de mérito?

Segundo Crema, cada um de nós tem talentos diversos, mas "o normótico padece de falta de empenho em fazer florescer seus dons e enterra seus talentos com medo da própria grandeza, fugindo da sua missão individual e intransferível". "Quando temos necessidade de, a todo custo, ser como os outros, não escutamos nossa própria vocação", acredita.

O carioca Eduardo Marinho, hoje com 50 anos, percebeu cedo que não queria ser como os outros. Filho de militar, abriu mão de sua condição financeira e de sua faculdade ao se dar conta, aos 18 anos, que não queria olhar para sua vida quando velho e pensar que não tinha feito nada relevante. "Não queria ser bem-sucedido e me sentir fracassado". Eduardo saiu pelo País pedindo abrigo e comida em troca de favores e buscando algo que o preenchesse. Depois de passar por poucas e não tão boas pelo Brasil, deu voz a sua vocação. Hoje é artista plástico.

Ele acredita que a desnormotização se inicia dentro de cada um: "Que tal olhar para dentro de si mesmo? É aí que começa a revolução", sugere. Claro que, para isso, não é mandatório dormir nas ruas. Fazer o trajeto que Eduardo escolheu para si pode ser perigoso e não há nenhuma garantia de sucesso.

Bug cerebral

A cura da normose é trabalho individual, mas alguns esforços sociais podem ajudar. Para começar, seria um adianto se tivéssemos um novo modelo educacional. A escola poderia ser o lugar onde as crianças descobrem suas verdadeiras vocações - em vez de tentar padronizar os alunos e convencê-los a serem normais.

Mundo afora, estão surgindo escolas com uma nova lógica, como a Escola da Ponte, em Portugal. A instituição não segue um sistema baseado em séries, e os professores não são responsáveis por uma disciplina ou por turmas específicas. As crianças e os adolescentes que lá estudam definem quais são suas áreas de interesse e desenvolvem seus próprios projetos de pesquisa, tanto em grupo como individuais.

Algo similar parece estar acontecendo no mundo empresarial, onde mais e mais empreendimentos estão dando voz à liberdade individual. O caso clássico, sempre citado, é o do Google, cuja sede, em Mountain View, na Califórnia, conta com salas de jogos, videogames, espaços ao ar livre e tempo reservado para que cada funcionário desenvolva seus próprios projetos para a empresa, com total autonomia.

Claro que não há vagas para todos nós no Google nem para todos os nossos filhos na Escola da Ponte. A cura da normose não vai ser resultado de uma ou outra iniciativa isolada - ela só vai ser possível quando houver no mundo gente suficiente disposta a questionar tudo o que achamos normal.

E talvez isso demore anos para acontecer. A explicação para isso pode estar num bug que todos carregamos no cérebro, que tem uma tendência de recusar sempre novos jeitos de olhar o mundo. É o que explica o psicólogo israelense Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 2002, em seu livro Rápido e Devagar: Duas formas de pensar. Segundo ele, nosso cérebro confunde o que é familiar com o que é correto: ao ver ou sentir algo que desperta alguma memória, o cérebro define aquele "familiar" como "correto", da mesma maneira que o novo é decodificado como passível de desconfiança.

Esse sistema foi muito útil para nossos antepassados homens das cavernas, que não podiam mesmo sair comendo qualquer frutinha nova que aparecesse à sua frente. Mas, nos dias de hoje, que exigem novas ideias para lidar com um mundo em mudança constante, esse mecanismo cerebral virou um entrave à inovação. Segundo essa tese, a normose não é uma doença: é uma característica humana, moldada pela evolução. Ou seja, talvez ser normótico seja normal.

Para saber mais
Normose: A patologia da normalidade
Jean-Yves Leloup, Pierre Weil e Roberto Crema, Verus, 2003
Rápido e Devagar: Duas formas de pensar
Daniel Kahneman, Objetiva, 2012
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